Não dá para romantizar a crise
Guerras, conflitos, pandemia, recessão, falta de matéria-prima, desabastecimento, mão de obra escassa… Quando a gente olha para tudo isso como empresário, é normal bater preocupação. E vou ser bem sincero: não dá para romantizar crise. Crise aperta o caixa, pressiona a operação, tira o sono e coloca muita decisão difícil na mesa.
Mas também existe uma verdade que aprendi nesses mais de 15 anos de gestão:
Quando a pergunta muda, o jogo vira
Tenho acompanhado um cliente que sofreu diretamente com a falta de matéria-prima. A primeira leitura era simples: "temos um problema sério". E tinha mesmo. Mas quando começamos a olhar com mais profundidade, a pergunta mudou. Não era só "como vamos resolver essa falta?". Era também "o que o mercado está precisando agora que a gente ainda não enxergou?".
Começamos a identificar novas oportunidades, novos produtos, um novo posicionamento e caminhos de mercado que antes estavam fora do radar. Esse é o tipo de virada que não nasce no desespero. Nasce quando existe clareza.
Por que a visão de fora faz diferença
É tanto peso nas costas que às vezes acaba prejudicando a visão. Por isso, acredito tanto no papel de um conselheiro empresarial: alguém que caminha do seu lado, ajuda a organizar o cenário, faz as perguntas certas e traz uma visão externa para decisões que muitas vezes o empresário está carregando sozinho. É esse o trabalho do Conselho Executivo.
O que torna 2026 decisivo
Talvez 2026 seja um ano decisivo para a sua empresa. Mas ele não vai ser decisivo porque o mercado ficou mais fácil. Vai ser decisivo porque você decidiu olhar diferente. Se isso fez sentido para você, me chama. Vamos conversar sobre o momento da tua empresa.
